PERFIL
Scheila Cristina Frainer Yoshimura é jornalista há mais de 12 anos, tendo passado por vários veículos de comunicação, como TVs, rádios e jornais. Foi idealizadora, produtora e repórter, junto com a jornalista Maria Odete Olsen, do programa Educação & Cidadania, no ar pela TVBV/BAND há 10 anos.  Atualmente atua com assessoria de Comunicação Social e escreve para outros sites. No currículo, o destaque maior fica por conta de mãe do Enzo, de quatro anos, que hoje a inspira a escrever sobre a difícil, porém recompensadora, arte de ser mãe!

OLA MAMÃES E FUTURAS MAMÃES!

Quantas dúvidas nos cercam todos os dias, não é mesmo? Mas, agora teremos mais um espaço para compartilhar não só estas dúvidas, como também experiências e conhecimento, afinal de contas a vida de mãe também é (e como é...) um aprendizado constante. O Blog da Mamãe foi criado pensando em você, portanto, participe. Leia, mande sugestões, críticas e  divida suas  experiências nesta grande missão. Você é bem-vinda sempre!
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ESTAR GRÁVIDA É...

Olá futuras Mamães...

Encontrei um texto, que achei fantástico e é bem o que acontece com as grávidas, principalmente as de “primeira viagem”. Leiam e confirmem:



ESTAR GRÁVIDA É...


*Ler 50 vezes o resultado positivo do exame para ter certeza que está correto.

*Ficar chocada ao saber que uma gestação dura 40 semanas e não nove meses como todo mundo diz por aí.

*Pegar-se imaginando, por horas a fio, como será os olhos, os cabelos e a pele do filho que vai chegar.

*Torcer, e muuuuuuito, para que ele nasça perfeitinho.

*Nunca mais dizer 'ai, se fosse meu filho!' quando encontrar uma criança tendo acessos de birra no corredor de um shopping center.

*Sair na rua e só enxergar mulheres grávidas.

*Ter sono, muito sono.

*Esperar ansiosamente pelo dia do ultrassom, e assim que sair de lá, esperar ansiosamente pelo próximo!

*Aprender a enxergar o filho nas manchas de um ultrassonografia.

*Ler muito sobre gravidez, pular o capítulo do parto (pois ainda é muito cedo pra se preocupar) e ir direto para os cuidados com o bebê.

*Ir ao shopping e desejar apenas coisinhas para o filho.

*Torcer para ficar barriguda.

*Ficar muito esquisita e descobrir uma incrível capacidade de sentir todas as emoções em uma hora, da alegria descontrolada ao mau humor sem fim.

*Acordar várias vezes de madrugada para fazer xixi.

*Reparar que seu marido fica muito mais interessante como pai do seu filho e perceber que foi o único homem capaz de te presentear com tamanha alegria.

*Rir sozinha ao sentir o bebê mexer, mesmo que ele te acorde várias vezes durante a noite, porque você não esta numa posição confortável para ele.

*Acreditar num mundo melhor!



SER MÃE É TUDO ISSO E MUITO MAIS...

Beijos na barriga!

Mamãe Scheila

2010-07-27

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INVISTA EM SEUS FILHOS!

"Nenhuma influência é tão poderosa quanto aquela de mãe."Sarah Josepha Hale


A correria do dia a dia, as funções acumuladas de profissional e mãe/dona-de-casa, as exigências do mundo moderno reduziram o tempo de convivência entre pais e filhos. Sempre costumo destacar a frase: “crianças com problemas, tratem os pais”, pois todo filho reflete fora o que vive dentro de casa.


Comprei um livro que fala sobre serial Killer – assassinos em série, escrito pela pesquisadora brasileira Ilana Casoy com o título “Seria Killer – Louco ou Cruel”. Algo chamou muito a minha atenção. O isolamento familiar e/ou social é relatado pela maioria dos assassinos. “Quando a criança é isolada ou deixada sozinha por longos períodos de tempo com certa freqüência, a fantasia e os devaneios passam a ocupar o vazio da solidão.” A grande maioria dos seriais killers, cerca de 82%, sofreu abusos na infância. Esses abusos foram sexuais, físicos, emocionais ou ralacionados à negligência ou abandono.


O livro também destaca que os laços familiares na infância de um ser humano vão servir de mapa para todas as suas outras relações. Entre três e nove meses de vida, a criança cria laços com seus pais, que devem se preocupar em construí-los de forma profunda. A falta desses laços é o grande fator do desenvolvimento da psicopatia. “Cuidar do emocional da criança, para os pais, deve ter a mesma importância de uma boa nutrição.”


Estas informações relatadas no livro, nos alerta cada vez mais, sobre o quanto devemos cuidar de nosso filhos, lembrando sempre que são nossos maiores tesouros. Com a sociedade consumista em que vivemos, muitos pais pensam que oferecer boas roupas, bons brinquedos e até boas escolas, pode isentá-los ou “aliviá-los” da missão de educar. Mas, não podemos esquecer que a primeira educação e o primeiro amor começa em casa.


Todo o tempo e atenção que dedicarmos aos nossos filhos hoje, se transformarão em ricas sementes amanhã. No futuro, não somente nós, mas toda a sociedade colherá muitos e bons frutos.


DESAFIO


Reveja sua atuação como pai/mãe, o tempo que tem dedicado aos seus filhos e reflita o que pode fazer para melhorar a relação. Quando você está com eles, realmente está com eles de corpo e alma, ou apenas de corpo? Veja se seu filho está apresentando comportamento estranho e procure as respostas não fora, mas dentro de sua própria casa.


Ensina a criança no caminho que deve andar e, ainda quando for velho, não se desviará dele. (Provérbios 22:6)


Um abraço da Mamãe Scheila
2010-07-05

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VOCÊ JÁ ABRAÇOU SEU FILHO HOJE?

Olá Mamães, Compartilho abaixo uma crônica minha baseada numa experiência pessoal que pretende despertar a reflexão sobre a nossa correria do dia-a- dia.Espero que gostem...


A reunião havia sido um sucesso. Todos os diretores saíram da sala com o sorriso estampado no rosto mediante os resultados positivos. O único que permaneceu foi César, que estava ao telefone e eu, que ajeitava uns papéis em minha pasta.


De repente, vi que seu olhar, antes tão entusiasmado pelas boas notícias, agora estava diferente, triste.“Aconteceu alguma coisa?”, perguntei.


Apoiando o cotovelo na mesa, ele olhou bem sério em minha direção e disse: “Era minha esposa. Ela estava dizendo que meu filho não quer mais falar comigo. Disse que não tem mais pai.”


“Por que?” perguntei. “O que aconteceu?”


“Bem” – disse ele. “Nestes últimos anos, passei a maior parte de meu tempo viajando a negócios e em 12 meses se fiquei em casa 60 dias foi muito”.


Fiquei calada, sem ter muito o que falar, mas sentindo a tristeza daquele pai, que começou na empresa como operador de telemarketing e que chegara a um cargo importante de diretor. Fiquei pensando o quanto ele havia lutado até chegar nesta posição.


Aos 38 anos aparentava ser bem mais velho, era carismático, prestativo e cheio de garra. Mas, recebeu uma notícia que nenhum pai gostaria de ouvir. Seu filho, com apenas oito anos, certamente sentindo sua falta, resolveu falar algo duro, mas que era uma realidade.


Ele tinha pai sim, mas um pai ausente. Ao mesmo tempo que me coloquei no lugar de César, sofrendo por aquela situação, fiquei pensando no menino.


Quantas vezes ele viu seu amiguinho chegando na escola com o pai, acenando com alegria e ele, sozinho. Quantas vezes, nas comemorações da escola, todos os pais, (ou quase todos), estavam assistindo empolgados, e no lugar do seu, estava lá a mãe, que, embora com boas intenções, desempenhava um papel que não era o dela.


Quantas vezes, ele quis jogar futebol com o pai, mas César não estava lá para poder dar essa alegria. Fiquei horas pensando o quanto aquele abandono estava causando um vazio naquela criança e agora, também naquele pai, que talvez , até então, não havia percebido que o trabalho estava ocupando um lugar mais importante do que seu único filho.


Esta história verídica ilustra bem a sociedade de hoje em dia. Milhares de pais, na busca incessante por uma carreira de sucesso, uma boa posição social, acabam esquecendo valores simples, mas ricos, como a família.


Milhares de executivos correm atrás de dinheiro porque querem que seus filhos estudem nas melhores escolas, vistam as melhores roupas, tenham os melhores brinquedos, mas esquecem que a primeira e melhor educação começa em casa, que um abraço pode substituir um brinquedo e que amor é algo que não se compra, se conquista.


Abraços da Mamãe Scheila
2010-06-10

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OS PRIMEIROS DIAS...

Olá Mamães,


Resolvi escrever para as mamães de primeira viagem que acabam de chegar em casa da maternidade. Ao abrir a porta, você já sentiu que sua casa nunca mais será a mesma, não é mesmo? E não será.


Daqui pra frente tudo vai ser diferente. A começar por você. Os primeiros dias podem não ser tão fáceis. A rotina de fraldas e mamadas vai exigir muito de você.


Suas noites parecem não ter mais fim e ao olhar-se no espelho você poderá até se assustar com o tamanho das olheiras. Mas, eu tenho uma boa notícia. Isso vai passar e você, acredite, terá muitas saudades desse tempo.


Então, viva esses primeiros dias, sem medo de perguntar, chorar, abraçar e dormir. Embora pareça impossível, durma sempre que puder. Se o seu pimpolho dormir às 10 horas da manhã, deite também. Não fique preocupada com a roupa, a louça.


Peça alguém para ajudá-la nisso e durma sempre que seu bebê estiver dormindo, pois você não sabe como serão as próximas horas, então, faça um “ banco de sono” (rs), ou seja, descanse. Priorize seu filho e seu bebê e dialogue com seu esposo a respeito disso.


Mesmo que você não tenha dinheiro para pagar uma empregada ou babá, sempre tem uma amiga, mãe ou até sogra (desde que seja boazinha) dispostas a ajudar.


Então, curta o seu bebê, ficando calma e tranqüila na hora da amamentação, principalmente neste momento de muita intimidade entre mãe e filho. Nessa hora, evite falar com os outros, ficar ao telefone ou até mesmo se agitar. Tudo passa à criança e se você quer ter um bebê tranqüilo, comece por você.


Parece utopia? Não é. Viva com intensidade esses primeiros dias de muita adaptação, mas também de muitas ricas descobertas!


Beijos a você e ao neném!


Mamãe Scheila
2010-05-24

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MAMÃES FALAM...

Neste espaço as mamães também falam...O depoimento abaixo é da Jéssica Soares


Emocionei-me ao ler as mensagens abaixo,lindo!Parabéns por esse trabalho tão maravilhoso. Realmente ser mãe é um dom e uma arte para poucas,mas percebi em seus textos uma delicadesa tão sutil na construção de despertar para um sentimento de gratidão,de amor pelo nossos filhos e por cada momento ao lado deles, que muitas vezes deixamos passar despercebidos...Abraços!


Obrigada, Jéssica e Parabéns pelo Dia das Mães!


Se você também quer comentar, escreva para blogdamamae@maternofetal.com.br


Beijos
2010-05-06

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O QUE DIZER?

O que dizer da experiência de ser mãe? Não há nada comparável, nada mais valioso, nada mais forte, nada mais...


Posso estar passando pelos momentos mais difíceis, mas quando olho para o meu pequeno/grande tesouro, as minhas forças se restabelecem, pois vejo o milagre de Deus através dele...


É impossível esquecer a barriga crescendo, os primeiros chutes, a ansiedade do parto, o primeiro choro. Aquele ser tão pequeno, cheio de sangue, chegando até os meus braços, coroando com êxito o milagre da vida.


Meu Deus, será que vou dar conta? Minha primeira pergunta diante do grande desafio pela frente. Aí, o tempo passa e você olha o bebê virando “gente”, tendo suas próprias opiniões, suas próprias experiências... É, estou dando conta...


O que dizer?


O que dizer daquele beijo roubado quando chega da escolinha, cheio de saudades. Ou, de ouvir de repente, a sonora frase: “mamãe você é especial para mim”. Apenas quatro anos de vida, transbordando tanta vida...


Realmente, não há recompensa maior do que cheirar aquele que tem cheiro de você ...Abraçar aquele que foi gerado pelo abraço, amar aquele que foi gerado pelo amor...


O que dizer?


Do tempo que está passando e que mostra o quanto aquele bebê indefeso cresceu e aprendeu... aprendeu a me ver feliz, a me ver brava, a me ver frágil, a me ver forte...


O que dizer?


De pensar no amanhã, quando eu terei que ser desnecessária para mostrar que cumpri com maestria meu papel de mãe ...


Realmente, não sei o que dizer...


Pois o amor de mãe não pode ser explicado com a fidelidade que merece, apenas deve ser vivido intensamente, sabendo que o tempo pode passar, os cabelos brancos podem aparecer, os filhos podem crescer, mas mãe que é mãe sempre será lembrada e suas orações sempre ecoarão através do vento...


Feliz Dia das Mães às mamães de primeira viagem, de segunda, às mais maduras, às mais novas, às "mães de mães."


PARABÉNS PRA NÓS!


Mamãe Scheila Cristina
2010-05-06

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SORTEIO DIA DAS MÃES!

Mamãe, fiquem ligadas!


O próximo sorteio do book fotográfico será no dia 07 de maio, sexta-feira que antecede o Dia das Mães.


Participe e registre momentos inesquecíveis entre você e seu filho!


Boa sorte!
2010-04-21

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DEIXE SEU FILHO LEVANTAR SOZINHO!

Há três anos, fui acompanhar uma amiga com seu filho especial para uma consulta no Hospital Sarah Kubitscheck, no Rio de Janeiro e lá tive uma das maiores experiências na relação “pais & filhos” e também sobre atendimento humanizado.


Ao chegar no local, desde o porteiro, recepcionista, profissionais da limpeza, médicos, nos trataram com tanta dedicação, que chegava a constranger. Fiquei muito surpresa, afinal é um hospital público, gratuito e na verdade, não estamos acostumados com este tratamento.


Era possível notar que havia crianças com todos os tipos de doenças e classes sociais, mas não havia nenhuma distinção. Todas eram tratadas iguais. Pensei naquele instante “Ah, se todos fossem assim”. Lá no Sarah, ninguém quer saber se você é milionário ou se vive numa favela. Todos recebem o mesmo tratamento.


Ficamos em atendimento por mais de duas horas, com profissionais habilidosos que ofereciam um remédio inigualável: o amor. Mas, ao sair daquela primeira sessão de consultas, foi que eu tive a grande lição do dia.


Estávamos na porta esperando um táxi, quando um menino de pouco mais de dois anos saiu acompanhado de seu pai. Ele tinha as perninhas bem tortas, portanto, caminhava com muita dificuldade, mas num ímpeto quis andar mais rápido do que aquele que o protegia e caiu com força na calçada.


Olhei para minha amiga, com pressa de ir levantá-lo, quando percebi que seu pai estava ao lado, parado, olhando para o pequeno sem nenhuma alteração, dizendo apenas “Levanta, filho!” Você consegue!” E ele levantou.


Em frações de segundos, aquilo gelou meu coração, pois vi que aquele pai estava totalmente certo, embora minha reação fosse totalmente contrária a dele. Como seu filho aprenderia a levantar sozinho, se não tivesse esta experiência de confiar em si mesmo?


Jamais esquecerei aquela cena e agora todas as vezes que meu filho Enzo cai por algum motivo, eu o incentivo a levantar sem minha ajuda. Nunca mais corri para levantá-lo, pois, na vida, antes de depender de mim, como mãe, ou de meu esposo, como pai, ele tem que CONFIAR na capacidade que tem de levantar sozinho e continuar a caminhada...


Abraços da Mamãe Scheila
2010-04-07

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COMO IDENTIFICAR O CHORO DO BEBÊ

Olá Mamães,


Ninguém gosta de ouvir choro do filho. Às vezes, bate até um desespero, não é mesmo? Abaixo, compartilho um artigo interessante para identificar os “tipos de choro”. Quem sabe, possa ajudá-la neste desafio de acalmá-lo.


Fome: é persistente e costuma parar até que o bebê seja alimentado. Chupar os dedos e abrir e fechar a boca com as mãos sobre o peito pode ser indício de que ele está faminto.


Dor: gritos agudos seguidos de pequenos intervalos. Ele também costuma berrar alto e não descansa mesmo quando acariciado.


Cólica: choro agudo e intenso, que geralmente faz a criança esticar e encolher as pernas, tremer o queixo, ter uma expressão facial de dor e ficar com o rosto vermelho.


Sono: a criança fica nervosa, agitada, com um choro irritado.


Frio ou calor: choro parecido com o de sono, que transmite desconforto.


Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraco e estridente. Se tiver assaduras, ele pode ser mais intenso porque, daí, o pequeno sente, além do incômodo, ardor. Vale saber que nem toda criança abre o berreiro quando está com a fralda suja.


Emocional: também é conhecido como o choro “de estranhar” ou de manha. A criança precisa ser reconfortada pela família e, caso se sinta insegura, pode apresentar um choro acompanhado de soluços. Se os pais descartarem todas as possíveis causas físicas, pode ser que o bebê queira apenas chamar a atenção.


Fique calma e tranqüilize-se o máximo que puder, pois quanto mais agitada, pior a situação.


Lembre-se: depois do choro, vem o sorriso. E isso não tem preço!


Um forte abraço da Mamãe Scheila


Fonte: bebe.abril.com.br
2010-04-01

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ADAPTAÇÃO NA ESCOLA: PARA A MÃE OU PARA O FILHO?

Nesta época do ano, muitas mães e filhos estão vivendo um grande conflito: a adaptação na escola. Os primeiros dias para a criança num ambiente diferente, onde ela passará boa parte do dia, não são tão fáceis como muitos acreditam.


Mas, por experiência própria, as mães são as que mais sofrem e acabam passando a insegurança para os filhos. Quando coloquei meu garotinho em uma escola pautada na sociologia da infância, que orientava aos pais a permanecerem nas dependências até a criança ficar segura e adaptada, não imaginava o que viria pela frente. Foram 14 dias acompanhando tudo de perto e ficando a tarde inteira dentro do ambiente escolar.


Pensei em desistir e tirá-lo até que meu esposo disse: “Deixe que amanhã eu irei levá-lo à escola”. Para minha surpresa, Enzo ficou sem problemas, sem chorar e sem pedir para ir embora. Neste momento notei que quem lhe passava a insegurança era eu e não o novo mundo que ele estava vivendo.


Então, aproveito este espaço para alertar todas as mamães que estão vivendo este momento, que tentem (pelo menos tentem) mostrar segurança e encorajá-los nesta nova descoberta. Procure conhecer bem as professoras, a direção da escola, interaja, tire as dúvidas e faça uma despedida rápida no portão, dizendo que vai voltar para pegá-lo.


Podem ter certeza, que fazendo isso, este processo de se –pa –ra- ção será bem mais fácil


Boa sorte e boas aulas!


Abraços da Mamãe Scheila
2010-02-22

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MAMÃE, EU VOU EMBORA!

Você já imaginou um menino de apenas três anos lhe dizendo: “mãe, eu vou embora”? Pois aconteceu comigo. Era uma tarde de muito sol e resolvemos ir à praia. Meu filhote brincava na areia, quando viu o carrinho de sorvete passar. Pediu um. Chamei o sorveteiro, comprei para ele.


Ao desembrulhá-lo teve um conflito com o pai, jogou o picolé no chão e saiu em meio às pessoas dizendo: “eu vou embora”. Fiquei olhando a cena e deixei-o andar. Enzo caminhou por mais de 100 metros e só fiquei observando de longe, já que vestia uma sunguinha azul, fácil de reconhecer.


Na sua cabecinha, ele pensava que eu estaria atrás dele, mas quando percebeu que não havia ninguém da família por perto e a praia estava lotada, começou a chorar e a correr pela orla, chamando “mamãe, mamãe”.


Todos ficaram olhando para ele, preocupados, pensando que estava perdido. Deixe-o dar a volta inteira na praia, só observado escondida, até que um senhor de bigode, alto, pegou-o e colocou-o no cangote numa tentativa de achar a mãe “desnaturada”. Foi quando intervi e fui até Enzo, que nessas alturas chorava muito, sentindo-se só.


Olhei-o nos olhos (ainda no cangote do estranho) e falei: “Ah, filho, mas você não queria ir embora?”... “a mamãe falou...” e peguei-o no colo, abraçando-o forte para que sentisse proteção.


Nessas alturas, ele chorava assustado e mulheres vinham ao meu encontro, dizendo que ele estava perdido, com “pedras na mão” para acusar-me de mãe negligente.


Expliquei que eu estava acompanhando, mas que o deixei ir para aprender. E assim, em meus braços, fiz Enzo entender que cada ação tem uma conseqüência e seu erro quase fez o “homem de bigode” levá-lo embora. Tentei fazer daquela situação uma lição para o meu maior tesouro. Não foi fácil deixá-lo chorar desesperado, mas foi necessário.


Nós, como mães, devemos ensinar nossos filhos, desde cedo, a conseqüência de seus atos, para que eles possam se transformar em adultos responsáveis.


Beijos no coração e nos filhotes...


Da Mamãe Scheila
2010-02-12

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ESSES NOSSOS FILHOS...

Olá Mamães,

Dia desses, estava comentando com a diretora da escola de meu filho, sobre a importância da frustração na vida das crianças. Nós, como mães,ficamos tristes quando nossos filhos se frustram, mas não podemos esquecer que isso também faz parte da vida. Crianças mal resolvidas nesta área se transformam em adultos mal resolvidos.

Abaixo, compartilho um texto de minha amiga,a pedagoga Fabrícia d’Avila Exterkoetter, que relata algumas experiências interessantes vividas por todas nós, nesta difícil arte de ser MÃE..

Espero que gostem,.

Abraços da Mamãe Scheila.

ESSES NOSSOS FILHOS...


“Filhos? Melhor não tê-los! Mas se não os temos, como sabê-lo?”


(Vinicius de Moraes)


Como sabem também vivo a aventura de ser mãe e descobrir todos os dias os aspectos que envolvem essa difícil, porém, deliciosa tarefa de educar. Assim como os meus filhos, tenho certeza que nenhuma das outras crianças nasce com um “Manual de instruções”, o que nos leva a pensar diariamente num modo de ser pais dos pequenos que escolhemos para as nossas vidas.


Muito mais do que nas palavras dos livros, artigos e textos, ou na voz da experiência de minha mãe ou avó, foram meus próprios filhos que me ensinaram a ser e estar na vida deles como mãe. Antes de tê-los em minha companhia, mal conseguia imaginar os reais significados de tudo o que me diziam a respeito de conviver com crianças.


De repente, algo mudou meu caminho, uma vez que às seis horas da manhã do dia quinze de Fevereiro de 1996, acordei sentindo um incômodo que duraria exatamente 12 horas do meu dia que era sempre tão tranquilo. Grávida de 9 meses, senti pela primeira vez que o percurso do carro até a maternidade era muito mais do que um trajeto simples numa manhã quente de verão.


As coisas ao meu redor pareciam estáticas, mas eu me sentia diferente diante de tudo. A cada curva que o veículo realizava para chegar na Maternidade Carmela Dutra, eu pensava na caminhada que iria iniciar a poucas horas na minha vida. Como ser mãe de alguém que eu ainda não conhecia, não imaginava o jeito, não tinha sequer uma idéia elaborada?


Encontrando respostas em cada contração que meu corpo recebia enquanto o trabalho de parto me consumia lentamente entre dores e angústias, a única coisa que conseguia refletir era a de que uma nova mulher nascia junto com aquele bebê, pois nunca havia sido tão forte e corajosa diante das dores tão insignificantes que se puseram no meu caminho antes da dor do parto, que me presentearia uma surpresa momentos depois.


Assim, às 18h15min, Júlia veio ao mundo para me ensinar a ser mais combativa, moderada, paciente, amorosa, observadora e tantos outros adjetivos que o papel e a responsabilidade de cuidar e educar um outro ser humano nos envolve. Ao deixar o lugar em que ela nasceu, dirigindo-me a nossa casa, não via a hora de apresentá-la ao nosso espaço de convivência e a todos os sonhos que planejei para nós.


Só mesmo o tempo e o crescimento dela me revelaram a cada nascer do dia quem era aquela pequena tão cheia de encantos e atitudes. Atitudes tão intensas e repletas de significados que me levam a escrever nesse exato momento. Aprendi, ao ser mãe, que cada idade na infância e na vida é única e nos tira o sono.


Se antes eu dormia mal porque ela acordava para mamar ou para passar o resto da noite em minha cama, ou ainda quando levantava para verificar se ela estava respirando, coberta, ou febril, atualmente passo horas e horas pensando ao velar seu sono enquanto dorme tranquilamente no mundo em que está crescendo e no modo como nós, pais, temos atuado com nossos filhos diante dos limites que eles nos pedem. Sim, pois engana-se quem imagina o contrário.


Dependendo do modo como encaminhamos as situações na infância, ajudamos as crianças a tornar-se pessoas mais bem resolvidas ao longo da vida. Ensinar o filho a perceber que sentimentos de alegria são tão importante quanto o da frustração enquanto cresce, lhe dá a possibilidade de ser mais combativo diante das vivências e experiências de cada dia.


Ao crescer a criança utiliza todas as “ferramentas” que descobre ter em mãos na relação que estabelece conosco e joga com elas sem que muitas vezes percebamos isso. Tal situação acontece comigo e tenho certeza que com a maioria de vocês. Nossos filhos aprendem rapidamente o tamanho do amor que sentimos por eles, a nossa “culpa” por deixá-los na escola por algum período para trabalhar, o nosso jeito diante dos seus “quereres”, a dor que sentimos quando os vemos chorando.


Na verdade, poucos de nós conseguimos ficar apáticos diante das solicitações e desejos dos nossos filhos. Estamos sempre buscando “dar um jeitinho” de atendê-los prontamente para que o sofrimento de esperar por algo seja o menor possível. E, sem saber, acabamos impedindo que os nossos pequenos cresçam de um modo saudável, aprendendo valores fundamentais para que a convivência aconteça.


Refiro-me a coisas simples que acontecem no cotidiano, como por exemplo, esperar a vez para dizer o que pensa enquanto os outros estão falando, gritar quando não se sente imediatamente atendido, ouvir de forma atenta alguns de nossos combinados, se “descabelar” diante dos outros quando escutam um “não”, jogar as coisas no chão no meio de um ataque de fúria e tantas outras histórias que a coordenação dessa escola me permitiu escutar.


Apesar de nossos filhos terem nascido nesse mundo em que a tecnologia aparece em destaque a cada noticiário, em que as máquinas tomaram o lugar do homem, em que as coisas parecem ser tão descartáveis quanto à fotografia digital que foi deletada porque ficou ruim, as relações que temos com os outros se mantém e precisam de cuidados diários.


Nós, enquanto adultos mais experientes do que as crianças, temos a tarefa de ajudá-las a discernir entre o certo e o errado com ética, sabedoria e paciência. Mesmo que alguns choros e desconfortos aconteçam. Amar é dizer sim e não na medida exata, sempre que necessário, sem culpa ou sofrimento. Quem disse que educar era fácil?


Enquanto vamos na caminhada de cuidar do mundo para que ele seja bom para nossos filhos, que orientemos nossos pequenos a serem bons para o mundo também...



2010-02-02

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SONO TRANQUILO!

Olá mamães,


Basta pesquisar entre as mamães, principalmente aquelas de “primeira viagem” para saber que o sono nunca mais foi o mesmo depois de ter filhos. Experiência própria. Antes de ser mãe, podiam derrubar minha casa, que nada me acordava. Meu sono era pesado mesmo. Depois do nascimento de Enzo, qualquer “sinalzinho” eu já estava acesa. Posso dizer que somente agora, quatro anos depois, é que consigo dormir com tranqüilidade.


Pensando nisso, achei bem interessante compartilhar com vocês um livro. Ele se chama “O Sono do Meu Bebê” – Volte a dormir, aplicando este método seguro, prático e carinhoso (CMS Editora, 108 páginas), de Renata Soifer Kraiser, pós-graduada e mestre em psicologia analítica.


Em uma obra totalmente ilustrada, a autora trata o tema sob o olhar psicológico e apresenta um método inovador para ser utilizado na hora de levar bebês de seis meses a dois anos para o berço. São explicadas em detalhes ações que ajudam a estreitar a ligação da mãe (ou de quem desempenha o papel da figura materna) com o bebê, trabalhando simultaneamente duas linhas muito importantes do desenvolvimento humano saudável: a vivência da união primária e também a da separação.


“Ambos os sentimentos são indispensáveis para a saúde mental da criança, pois só consegue se separar da figura materna, o bebê seguro o bastante para entender que este ser amado continua a existir, mesmo quando não está ao alcance dos olhos”, explica Renata.


Com a ajuda do livro, aprende-se que o vínculo que une o bebê com a mãe é algo maior do que apenas a presença física. Esta consciência traz a tranquilidade necessária para a criança dormir bem e ainda ajuda a superar os momentos de separação.


Indispensável para os pais que desejam conquistar noites de sono saudáveis para si e para os filhos desde a primeira infância, “O Sono do Meu Bebê” respeita as características individuais da relação do adulto com a criança.


A obra também evita cair no radicalismo – como o que prega deixar simplesmente a criança ficar chorando até adormecer - e mostra o melhor caminho para estreitar os laços afetivos entre o bebê e as pessoas que cuidam dele, sejam elas os pais, os avós, os irmãos ou a babá.


Então, noites de sono para todos!


Mamãe Scheila


Fonte: Guia do Bebê
2010-01-18

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EXCESSO DE HIGIENE PODE FAZER MAL ÀS CRIANÇAS!

Olá mamães,


Quem quase não fica louca ao ver o filho todo lambuzado, ou se sujando na areia molhada? Pois é. Quem é neurótica por limpeza, precisa começar a mudar seus hábitos.


Pesquisas confirmam que não se deve levar a extremos os cuidados com a higiene das crianças, sob pena de expô-las a alergias e infecções.


Segundo estudos, o exagero no esforço de manter a criança afastada das bactérias com que ela depara no seu dia a dia pode minar as resistências do organismo e abrir caminho para as doenças que se quer evitar.


A mais recente dessas pesquisas, desenvolvida pela Universidade da Califórnia e divulgada há um mês, conclui que as moléculas do Staphylococcus epidermidis, uma bactéria já bem conhecida e inofensiva presente na superfície da pele humana, agem sobre as células da epiderme para bloquear os processos inflamatórios. Essa ação evita que pequenos ferimentos infeccionem. Ocorre que as bactérias Staphylococcus epidermidis são destruídas por desinfetantes, detergentes e sabões.


A pesquisa americana confirma a teoria batizada pelos cientistas de hipótese da higiene. Segundo ela, até os 5 anos de idade, quando o sistema imunológico da criança está em fase de amadurecimento, o contato com bactérias traz dois benefícios: prepara o corpo contra alergias e previne doenças autoimunes.


A expressão hipótese da higiene foi cunhada em 1989, quando o epidemiologista inglês David Strachan apresentou os resultados de sua pesquisa com um grupo de 17 400 recém-nascidos que haviam sido acompanhados até os 23 anos. Ele observou que as crianças com um ou mais irmãos mais velhos tinham menor incidência de alergias ao crescer. Isso porque a convivência constante com outras crianças fizera com que elas se expusessem a mais infecções. Na ação dos linfócitos do sistema imunológico humano, os processos infecciosos fazem diminuir a incidência de processos alérgicos.


Os defensores da hipótese da higiene acreditam que a limpeza corporal em excesso pode facilitar o desenvolvimento de doenças autoimunes. Um sistema imunológico sem o costume de combater bactérias pode atacar células do corpo.


A alergista pediátrica Renata Cocco, da Universidade Federal de São Paulo, resume a questão da higiene infantil: "Sem machucados nem doenças de pele que facilitem a absorção de bactérias pela corrente sanguínea, as crianças podem se sujar sem receio nas brincadeiras".


Os limites da cautela


O que dizem os médicos sobre...


...comer um alimento que caiu no chão Depende do chão. Em casa, dificilmente a criança vai contrair alguma doença por isso


...brincar na areia do parquinho ou da praia


A única precaução é evitar areia por onde circulam animais. As fezes de cães e gatos podem transmitir várias doenças


...passar um dia sem tomar banho


Não faz mal, desde que a criança não tenha estado em locais contaminados, como hospitais


...brincar e dormir com animais de estimação


Evitar lambidas do animal perto dos olhos, nariz e boca, sob risco de contrair conjuntivite e terçol e de ter diarréia


Até a próxima,


Mamãe Scheila


Fonte: Revista Veja – 16/12/2009



2010-01-11

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CUIDADO COM A ÁGUA!

Olá mamães,


Embora todas já devem ter ouvido falar do assunto, vale a pena ressaltar mais uma vez. Cuidado com o seu filho quando estiver perto de uma piscina ou na praia.


Todo cuidado realmente é pouco, pois num piscar de olhos, o inevitável pode acontecer. Há cinco anos vivi uma experiência muito ruim com uma conhecida. A filha de sua empregada, de apenas cinco anos, brincou durante toda manhã na piscina, na presença de adultos. A tarde, todos estavam distraídos dentro de casa e não perceberam a ausência da menina. Quando se deram conta, já era tarde demais.Ela não sobreviveu ao afogamento.


Portanto, precisamos redobrar nossa atenção diante dos pimpolhos para que possamos curtir com alegria esta época do ano, sem nenhum imprevisto.


Fica o alerta!!!


Beijos a todas mamães e bebês e um 2010 de muito aprendizado e crescimento...


Mamãe Scheila
2009-12-31

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CONCORRA A UM BOOK FOTOGRÁFICO

Olá Mamães,


Vocês não podem ficar fora dessa. A Promoção da Materno Fetal e do Studio A 3 irá presentear uma mãe com um book fotográfico, neste Natal. Para participar, basta responder a pesquisa deste site e torcer!


Você poderá registrar momentos lindos, ou de sua gravidez, ou de seu bebê.Se quiser conhecer mais as opções de fotos, acesse o site www.studioa3.com.br


PRIMEIRO SORTEIO DE NATAL DIA 21/12 - SEGUNDA-FEIRA!


AGUARDE!!! A ganhadora será divulgada aqui!


Beijos e boa Sorte da Mamãe Scheila
2009-12-15

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LICENÇA-MATERNIDADE DE SEIS MESES!

Olá futuras mamães,


Sei que muitas estão se perguntando o que aconteceu com a licença-maternidade de seis meses. Infelizmente, ainda está no papel e com certeza vai atrasar. Falta pouco para acabar o ano e até agora o governo não regulamentou o funcionamento dos benefícios para as empresas que aderirem a lei sancionada em 2008, mas que começaria a valer a partir de janeiro de 2010. Todas as empresas que aderissem ao “Programa Empresa-Cidadã” poderiam dar 60 dias a mais de licença-maternidade, além dos quatro já previstos e depois deduzir os dois salários extras do imposto devido à Receita. Só que o programa ainda não foi regulamentado e o Leão não sabe informar quando será. Coisas de Brasil... Enquanto isso, fiquem ligadas, pois é mais uma grande conquistas para as mulheres!


(fonte: Revista Veja)


Até mais,


Mamãe Scheila
2009-12-07

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DIREITOS NA GRAVIDEZ

Olá Mamães, Hoje quero falar sobre um assunto muito importante: SEUS DIREITOS. Se você está grávida e trabalha em alguma empresa, saiba que alguns direitos são garantidos pela CLT:

• Sempre que você for às consultas de pré-natal ou fizer algum exame necessário ao acompanhamento de sua gravidez, solicite ao serviço de saúde uma DECLARAÇÃO DE COMPARECIMENTO. Apresentando esta declaração à sua chefia você terá sua falta justificada no trabalho.

• Você tem o direito de mudar de função ou setor no seu trabalho, caso o mesmo possa provocar problemas para a sua saúde ou do bebê. Para isso, apresente à gerência um atestado médico comprovando que você precisa mudar de função.

• Enquanto estiver grávida, e até cinco meses após o parto, você tem estabilidade no emprego e não pode ser demitida, a não ser por "justa causa", isto é, nos casos previstos pela legislação trabalhista (se cometer algum crime, como roubo ou homicídio, por exemplo).

• Você tem direito a uma licença-maternidade de 120 dias — recebendo salário integral e benefícios legais — a partir do oitavo mês de gestação.

• Até o bebê completar seis meses, você tem direito de ser dispensada do seu trabalho todos os dias, por dois períodos de trinta minutos, para amamentar.

• O seu companheiro tem direito a uma licença-paternidade de cinco dias, logo após o nascimento do bebê.

Fique de olho em seus direitos e aproveite bem esta linda fase.

Abraços da Mamãe Scheila
2009-11-25

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O QUE FAZER COM TANTA VISITA?

Julia acabou de fazer a mala, está indo para a Maternidade para ter o seu primeiro filho e seu esposo começa a ligar para “todo mundo”, avisando que o grande herdeiro vai nascer.

Quando ela está se preparando para entrar na sala de cirurgia, seu quarto já está cheio de gente. Mãe, pai, sogro sogra, madrinha, cunhada, cabeleireira, vizinha. Mal dá para caminhar, tamanho movimento.

Aí, Júlia pensa sozinha. “Meu Deus, a hora que eu voltar, vai ser aquele alvoroço” e começa a se desesperar. Dito e feito. Tudo ocorreu bem durante o parto e quando volta para o quarto, com aquele lindo bebê debruçado em seu peito vê todos em cima, querendo bater fotos, filmar, pegar no colo, ver a novidade.

E Júlia, toda dolorida, um pouco “tonta”, se desespera e começa a chorar, afinal de contas, aquele momento é muito especial e sublime, que o agito acaba tirando o brilho. Vendo as lágrimas, seu esposo pensa que é de emoção, mas Julia queria mesmo era gritar: “Ei, parem, é meu filho, quero ficar a sós com ele e com meu marido”!

Quando ela consegue balbuciar. “Por favor, querido, peça silêncio e deixe apenas duas pessoas de cada vez entrar aqui”. Foi então que João percebeu o estresse que estavam causando em sua amada e pediu que todos se retirassem, restando apenas ele, ela e o lindo bebezinho, que nessas alturas, já arregalava os olhos para ver o que estava acontecendo.

Esta história ilustra bem a realidade dentro das maternidades, hoje em dia. Afinal de contas quando devo receber visitas? Como devo me comportar perante elas?

Nunca esqueço, já no início de minha gravidez, quando meu médico (que por sinal é o Dr. Luiz Miguel) orientou-me quanto à questão. “Scheila, se você puder, limite o número de visitas, pois os momentos após o parto devem ser tranqüilos, vividos em família, sem muita agitação, pois tudo é muito novo. Acatei o seu conselho e avisei a todos os amigos que não iria receber visitas na maternidade, somente de familiares e pessoas muito próximas. Alguns não gostaram, mas expliquei que aquele momento era de adaptação e que não iria conseguir dividir a atenção, tendo um bebê dependendo de mim.

Foi o que fiz e não me arrependo até hoje. Controlei as visitas na maternidade e só recebi em casa depois de 15 dias, quando “as coisas” já estavam mais em ordem. Afinal de contas só quem é mãe de primeira viagem, sabe o que é dar de mamar de duas em duas horas, passar a noite acordada e ter que estar bem no dia seguinte para receber os amigos.


Mas, a dica de hoje é esta. Não se preocupe em agradar os outros. Saiba dizer “não”, quando é para dizer “não” e sim quando é para dizer “sim”. A prioridade número um é seu filho e sua família.

Vocês devem estar bem e curtir esta fase de adaptação, que pode até não ser fácil, mas também é prazerosa. Limite o número de visitas. Peça para que ninguém apareça sem avisar e curta esta fase com intensidade, sem medo de ser feliz!


Um abraço da mamãe Scheila
2009-11-04

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